Ícone do jornalismo esportivo foi vítima de parada cardiorrespiratória na manhã de segunda.

O corpo do jornalista Roberto Avallone, morto na segunda-feira (25) aos 72 anos vítima de uma parada cardiorrespiratória, foi cremado na manhã desta terça (26) do Cemitério Memorial Parque Paulista, em Embu das Artes, na Grande São Paulo.

Um dos nomes mais conhecidos do jornalismo esportivo brasileiro, Avallone começou a carreira na década de 1960 no jornal “Última Hora”.

Trabalhou no “Jornal da Tarde”, onde ficou por mais de 23 anos, e participou de coberturas marcantes, como as Copas do Mundo de 1978, na Argentina, e de 1986, no México.

Em rádio, fez parte das maiores emissoras, entre elas Eldorado, Jovem Pan, Rádio Globo, Rádio Bandeirantes e Rádio Capital.

Na TV Gazeta de São Paulo, foi diretor de esportes da emissora e destacou-se no programa “Mesa Redonda”.

A maneira como citava nominalmente a pontuação virou sua marca registrada: quando perguntava algo aos colegas de bancada, terminava a frase dizendo “interrogação”. Da mesma forma, dizia: “Que golaço, exclamação”.

Ficou na Gazenta até 2003, quando se transferiu para a RedeTV! e, depois, para a TV Bandeirantes. Por fim, entrou para o time do SporTV.

Em 2012, Avallone ganhou um blog no UOL. Seu último post foi publicado na madrugada desta segunda: uma análise sobre a situação do Santos e do Palmeiras após empate em 0 a 0 em partida do disputada pelo campeonato paulista.

Por/G1

26/02/2019